quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Os livros que li...

Faltam ainda dez dias para terminar 2017, mas eu já sei que não lerei mais nada até o último dia do ano. Assim sendo, posso dizer que infelizmente não consegui concluir a meta que estabeleci pra mim lá no comecinho de janeiro: ler pelo menos doze livros no decorrer do ano. 
2017 foi muito conturbado pra mim, cheio de responsabilidades, grandes decisões e problemas maiores ainda. Por conta disso, faltou cabeça para a leitura; eu só consegui - aos trancos e barrancos - finalizar onze livros, mesmo assim posso dizer que gostei de tudo que li.


Quatro desses onze livros foram releituras:
Meu pé de laranja lima: um queridinho capaz de me fazer rir e chorar todas as vezes que entro no universo do menino Zezé;
El cruzado: um livro maravilhoso que já me fez viajar várias vezes de Provença a Jerusalém, naquela que teria sido a Primeira Cruzada;
Cem anos de solidão: porque a triste história dos Buendía e de Macondo mora no meu coração;
A história de uma serva de Margaret Atwood: um livro excelente, mas que serviu também para me fazer perceber que uma série de televisão inspirada em um livro pode ser às vezes até melhor que o próprio livro. Leiam o livro, mas quando puderem assistam também à série, é mesmo ótima!


Sobre as leituras novas:
Iracema de José de Alencar: porque fiquei tocada com o samba-enredo que a Beija-Flor de Nilópolis levou para a avenida no carnaval passado. Decidi encarar a leitura e terminei encantada com a história da virgem dos lábios de mel.
Passaporte para a China: porque é de Lygia fagundes Telles e pra mim tudo que ela escreve vale a pena ser lido.
Diário de um louco de Lu Xun: porque foi-me indicado pelo meu filho... e eu não podia ignorar uma indicação literária de meu filho, né?! No final, gostei imenso desse escritor chinês.
A filha perdida de Helena Ferrante: um livro que incomoda... por causa dessa leitura tive vontade de ler a Série Napolitana, que todo mundo por aí já leu,
menos eu.
Um gato de rua chamado Bob: foi a primeira leitura do ano, se puder escolher uma palavra para defini-lo é: fofo.
As miniaturas de Andreia del Fuego: posso dizer que essa mulher escreve bem pra caramba, mas eu não consegui perceber muito bem o que ela quis dizer. Esse livro é um bocado perturbador e pede uma segunda leitura, em um momento de mais tranquilidade.

Por último, À sombra da figueira de Vaddey Ratner: essa leitura foi de grande ajuda para a viagem que fiz para o Camboja no mês passado. Pude entender muita coisa a respeito do povo cambojano que, apesar de sua triste história, não se deixa abater tão facilmente. 


Espero que 2018 seja um ano muito melhor, com mais leituras e menos perrengues.










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